Silogismo Aristotélico

quinta-feira, 13 de março de 2008

Um silogismo é um termo filosófico com o qual Aristóteles designou a argumentação lógica perfeita, constituída de três proposições declarativas que se conectam de tal modo que a partir das duas primeiras, chamadas premissas, é possível deduzir uma conclusão.

Um exemplo clássico de silogismo é o seguinte: Todo homem é mortal. Sócrates é homem. Logo, Sócrates é mortal.

O silogismo é estruturado do seguinte modo:

  1. Todo homem é mortal (premissa maior)
  2. Sócrates é homem (premissa menor)
  3. Sócrates é mortal (conclusão)
Os silogismos seguem algumas regras como:
  1. Todo silogismo contém somente 3 termos, maior, médio e menor;
  2. Os termos da conclusão não podem ter extensão maior que os termos das premissas;
  3. O termo médio não pode entrar na conclusão;
  4. O termo médio deve ser universal ao menos uma vez;
  5. De duas premissas negativas, nada se conclui;
  6. De duas premissas afirmativas, não pode haver conclusão negativa;
  7. A conclusão segue sempre a premissa mais fraca;
  8. De duas premissas particulares, nada se conclui.
Os silogismos também podem ser derivados em Entimema, Epiquerema, Polissilogismo, Silogismo Expositório, Silogismo Informe, Sorites, Silogismo Hipotético e Dilema. Outros assuntos interessantes relacionados à lógica são Modus Ponens e Modus Tollens.

Eu estudei isso no início da faculdade. Hoje precisava lembrar disso e não consegui, tive que pesquisar! Isso me faz crer que o cone do aprendizado está presente no meu dia-a-dia!

Fonte: Wikipédia

1 comentários:

Anônimo disse...

hm, estou estudando isso agora e precisava muito dessa explicação mais simples do que na minha apostila. obrigada duaohsduahudoaoda