As 48 Leis do Poder

quarta-feira, 9 de julho de 2014


O poder é um jogo. É preciso saber jogá-lo para conquistar o que se deseja na política, nos negócios, na vida pessoal e até na corte amorosa. As 48 leis do poder mostra como agem os mestres nesta arte que envolve inteligência, perspicácia, planejamento e, principalmente, dissimulação, seja no Japão feudal ou na corte de Luís XIV, na renascença italiana ou na Chicago dos tempos de Máfia.

As Leis incluem, entre outras, a capacidade de esperar o momento certo para atacar, criar uma aura de mistério para confundir os inimigos, saber conquistar corações e mentes das pessoas e encobrir todos os atos em cortinas de fumaça.

Reis, politicos, generais, diplomatas e religiosos - assim como cortesãs, bandidos e charlatões - servem de base para as 48 Leis que regem o poder e a influência sobre outras pessoas. Entre outros exemplos saiba:

  • Como Galileu conseguiu sair da mendicância para se tornar astrônomo da corte?
  • O que levou Luís XIV a ser o temido "Rei Sol"?
  • Como Talleyrand manipulou o poderoso Napoleão?
  • De que forma Mao-Tsé Tung conseguiu tomar o poder com um exército maltrapilho?
  • Por que Abraham Lincoln elogiava os sulistas em plena Guerra da Secessão?
  • Qual o segredo dos métodos de sedução de Casanova?

Lei do Poder #30 - Faça as suas conquistas parecerem fáceis

terça-feira, 24 de junho de 2014

Seus atos devem parecer naturais e fáceis. Toda a técnica e o esforço necessários para sua execução, e também os truques, devem estar dissimulados. Quando você age, age sem se esforçar, como se fosse capaz de muito mais. Não caia na tentação de revelar o trabalho que você teve - isso só despertará dúvidas. Não ensine a ninguém os seus truques ou eles serão usados contra você.

Lei do Poder #31 - Controle as opções: quem dá as cartas é você

As melhores trapaças são as que parecem deixar ao outro uma opção: suas vítimas acham que estão no controle, mas na verdade são suas marionetes. Dê às pessoas opções que sempre resultem favoráveis a você. Force-as a escolher entre o menor de dois males, ambos atendem ao seu propósito. Coloque-as num dilema: não terão escapatória.

Depois de Maio

sábado, 24 de maio de 2014

O filme francês, um drama lançado em abril de 2013 e dirigido por Olivier Assayas, retrata a vida do jovem Gilles, na região de Paris, na década de 70. Gilles se vê entre a radical luta política (Maio de 68) e a realização de sonhos pessoais. Gilles passa por descobertas amorosas e artísticas, que o leva à Itália, lugar onde deverá tomar decisões que irão definir o rumo de sua vida.

Kissinger

domingo, 11 de maio de 2014

Uma história muito contada sobre Kissinger... sobre um relatório no qual Winston Lord passara dias trabalhando. Depois de entregá-lo a Kissinger, Lord recebeu-o de volta com a anotação, "É o melhor que você pode fazer?" Lord redigiu tudo de novo e, finalmente, reapresentou o relatório; lá voltou ele com a mesma breve pergunta. Depois de redigí-lo mais uma vez - e mais uma vez ler a mesma pergunta de Kissinger - Lord retrucou, "Diabos, é sim, é o melhor que eu posso fazer". Ao que Kissinger respondeu, "Ótimo, acho que desta vez vou ler".

7 Hábitos das Pessoas Altamente Eficazes

domingo, 23 de março de 2014

Os 7 Hábitos das Pessoas Altamente Eficazes é um livro administrativo do consultor Stephen R. Covey. O livro é resultado de pesquisa feita em anos de publicações sobre sucesso que vão desde biografias a simples manuais e livros de auto-ajuda.

Foram vendidas mais de 15 milhões de cópias em trinta e oito idiomas desde a sua primeira publicação em 1989 e foi eleito pelos leitores da revista Chief Executive como o livro mais influenciador do século vinte. Devido a sua grande popularidade, Stephen conquistou grande destaque na sua carreira como escritor, conferencista e consultor, sendo convidado para muitos eventos e workshops.

O livro lista sete princípios que, se estabelecidos como hábitos, devem ajudar a pessoa a atrair a verdadeira interdependência efetiva. Stephen argumenta que ela é atingida por meio do alinhamento a princípios da "Ética do Caráter", que ele acredita serem universais e atemporais, ao contrário da "Ética da Personalidade", algo que ele vê como prevalecentes em muitos livros modernos de auto-ajuda.

Os 7 hábitos são:

Independência e Autodomínio

Os três primeiros Hábitos vão da dependência à independência (i.e., autodomínio):

  • Hábito 1: Ser Proativo

Tome a iniciativa na vida percebendo que as decisões (e como elas se alinham com os princípios de sua vida) são os principais fatores que determinam a eficácia em sua vida. Assuma a responsabilidade por suas escolhas e as consequências delas decorrentes.

  • Hábito 2: Começar com o Objetivo em Mente

Descubra por si mesmo e deixe claro para si quais são seus valores pessoais mais profundos e quais são seus objetivos na vida. Visualize as características ideais para cada atitude e relacionamentos na vida. Crie uma declaração de missão.

  • Hábito 3: Primeiro o Mais Importante

Priorize, planeje e execute suas tarefas semanais baseando-se mais na importância do que na urgência. Avalie se seus esforços exemplificam seus valores pessoais desejados, impulsionam-no em direção às metas e enriquecem suas atitudes e relacionamentos elaborados no Hábito 2.

Interdependência

Os três seguintes têm a ver com a interdependência (i.e., o trabalho com os outros):

  • Hábito 4: Mentalidade Ganha-Ganha

Esforce-se em busca de soluções ou de acordos que sejam reciprocamente benéficos em seus relacionamentos. Valorize e respeite as pessoas entendendo que uma "vitória" para todos é fundamentalmente a melhor solução a longo prazo do que se somente uma pessoa numa dada situação tenha atingido seu propósito.

  • Hábito 5: Procure Primeiro Compreender, Depois ser Compreendido

Escute bem ou preste atenção enfaticamente para ser genuinamente influenciado pelas pessoas a fim de que elas também sejam influenciadas por você. Isso cria uma atmosfera de cuidado mútuo na solução positiva de um problema.

  • Hábito 6: Criar Sinergia

Combine as forças das pessoas através de uma equipe de trabalho positiva; assim, para atingir objetivos, nenhuma pessoa trabalhará sozinha.

Mude a atitude

Quando se trabalha sobre a atitude, nada pode ser um impedimento para a eficácia de alguém na vida.

  • Hábito 7: Afinar o Instrumento

Equilibre e renove seus recursos, sua energia e sua saúde para criar um estilo de vida efetivo e sustentável, com exercício físico, oração (meditação, yoga, etc) e boa leitura para a renovação mental. Além de serviços à sociedade para renovar-se espiritualmente.

The Shadow Effect

quarta-feira, 12 de março de 2014

Combining the wisdow of three experts, The Shadow Effect is a practical and profound guide to discovering the gifts of our shadow. These three authors powerfully pierce the veil of our unclaimed self, releasing us from the past and propelling us on a journey to wholeness. No longer living a half life, we are capable of achieving our dreams and reclaiming the happiness that is our birthright.

O que aprendi

sábado, 8 de março de 2014


  •  Trate todos com respeito e atenção sempre, e de maneira imparcial e independente;
  •  Dê o seu melhor a todo momento, seja comprometido, bons trabalhos são vistos e reconhecidos por toda a eternidade;
  •  Seja prestativo, procure ajudar todos em todas as situações em que for acionado, mesmo que o assunto não faça parte do seu escopo de trabalho;
  •  Responda sempre que for perguntado, se não tiver a resposta no momento, peça um tempo para analisar e retorne a resposta posteriormente;
  •  Não altere o tom de voz durante conversas mais acaloradas, muitos conflitos são gerados não pelo o quê você fala, mas sim por como você fala;
  •  Faça o máximo de esforço para entregar tudo dentro do prazo acordado, mas nunca prejudique uma pessoa para alcançar objetivos próprios;
  •  Escute com atenção o que cada pessoa fala, olhe nos olhos, pergunte, se interesse pelo assunto. Isto demonstra que é uma pessoa confiável e fará com que seja procurado outras vezes para discutir outros assuntos;
  •  Nunca critique uma pessoa para outras pessoas. Elogie publicamente, dê feedback pessoalmente;
  •  Sempre se disponhe a ajudar a resolver o problema, mesmo que não seja da sua área. Sempre podemos fazer algo para ajudar os outros e consequentemente colaborar para a resolução do problema;
  •  Passe parte do seu dia próximo da sua equipe, é importante ouvir e sentir como está o ambiente;
  •  Nunca discuta assuntos críticos por e-mail, prefira conversar pessoalmente ou por telefone, nesta ordem;
  •  Crie bons relacionamentos com as pessoas, eles te ajudarão na sua vida profissional e pessoal;
  •  Separe as pessoas dos problemas, concentre-se nos interesses e não nas posições;
  •  Tenha o pé no chão, faça planejamentos consistentes, envolva todas as pessoas, comunique antecipadamente, apresente os riscos;
  •  Cumpra seus horários e se possível faça mais do que é esperado de você;
  •  Assuntos importantes devem ser formalizados sempre, o e-mail é uma boa ferramenta para isto.


Relato de un náufrago

quarta-feira, 5 de março de 2014

El 28 de febrero de 1955 una tormenta en el Caribe hace naufragar al destructor Caldas, de la marina de guerra de Colombia. Al cabo de pocos días la tripulación es dada por muerta. Sin embargo, uma semana después aparece uno de sus integrantes. Es Luis Alejandro Velasco. El sobreviviente recurre al entonces joven periodista Gabriel García Márquez para contarle su historia.

A lo largo del diálogo salen a la luz muchas verdades y el relato de aventuras se convierte en denuncia política que agita al país, cuesta la gloria al náufrago y condena al exilio al entonces joven periodista.

10 estratégias de manipulação

O linguista estadunidense Noam Chomsky elaborou a lista das “10 estratégias de manipulação” através da mídia:


1. A estratégia da distração

O elemento primordial do controle social é a estratégia da distração que consiste em desviar a atenção do público dos problemas importantes e das mudanças decididas pelas elites políticas e econômicas, mediante a técnica do dilúvio ou inundações de contínuas distrações e de informações insignificantes. A estratégia da distração é igualmente indispensável para impedir ao público de interessar-se pelos conhecimentos essenciais, na área da ciência, da economia, da psicologia, da neurobiologia e da cibernética. “Manter a atenção do público distraída, longe dos verdadeiros problemas sociais, cativada por temas sem importância real. Manter o público ocupado, ocupado, ocupado, sem nenhum tempo para pensar; de volta à granja como os outros animais" (citação do texto 'Armas silenciosas para guerras tranquilas').


2. Criar problemas, depois oferecer soluções

Este método também é chamado “problema-reação-solução”. Cria-se um problema, uma “situação” prevista para causar certa reação no público, a fim de que este seja o mandante das medidas que se deseja fazer aceitar. Por exemplo: deixar que se desenvolva ou se intensifique a violência urbana, ou organizar atentados sangrentos, a fim de que o público seja o mandante de leis de segurança e políticas em prejuízo da liberdade. Ou também: criar uma crise econômica para fazer aceitar como um mal necessário o retrocesso dos direitos sociais e o desmantelamento dos serviços públicos.


3. A estratégia da gradação

Para fazer com que se aceite uma medida inaceitável, basta aplicá-la gradativamente, a conta-gotas, por anos consecutivos. É dessa maneira que condições socioeconômicas radicalmente novas (neoliberalismo) foram impostas durante as décadas de 1980 e 1990: Estado mínimo, privatizações, precariedade, flexibilidade, desemprego em massa, salários que já não asseguram ingressos decentes, tantas mudanças que haveriam provocado uma revolução se tivessem sido aplicadas de uma só vez.


4. A estratégia do deferido

Outra maneira de se fazer aceitar uma decisão impopular é a de apresentá-la como sendo “dolorosa e necessária”, obtendo a aceitação pública, no momento, para uma aplicação futura. É mais fácil aceitar um sacrifício futuro do que um sacrifício imediato. Primeiro, porque o esforço não é empregado imediatamente. Em seguida, porque o público, a massa, tem sempre a tendência a esperar ingenuamente que “tudo irá melhorar amanhã” e que o sacrifício exigido poderá ser evitado. Isto dá mais tempo ao público para acostumar-se com a ideia de mudança e de aceitá-la com resignação quando chegar o momento.


5. Dirigir-se ao público como crianças de baixa idade

A maioria da publicidade dirigida ao grande público utiliza discurso, argumentos, personagens e entonação particularmente infantis, muitas vezes próximos à debilidade, como se o espectador fosse um menino de baixa idade ou um deficiente mental. Quanto mais se intente buscar enganar ao espectador, mais se tende a adotar um tom infantilizante. Por quê? “Se você se dirige a uma pessoa como se ela tivesse a idade de 12 anos ou menos, então, em razão da sugestão, ela tenderá, com certa probabilidade, a uma resposta ou reação também desprovida de um sentido crítico como a de uma pessoa de 12 anos ou menos de idade" (ver 'Armas silenciosas para guerras tranquilas').


6. Utilizar o aspecto emocional muito mais do que a reflexão

Fazer uso do aspecto emocional é uma técnica clássica para causar um curto circuito na análise racional, e por fim ao sentido critico dos indivíduos. Além do mais, a utilização do registro emocional permite abrir a porta de acesso ao inconsciente para implantar ou enxertar idéias, desejos, medos e temores, compulsões, ou induzir comportamentos…


7. Manter o público na ignorância e na mediocridade

Fazer com que o público seja incapaz de compreender as tecnologias e os métodos utilizados para seu controle e sua escravidão. “A qualidade da educação dada às classes sociais inferiores deve ser a mais pobre e medíocre possível, de forma que a distância da ignorância que paira entre as classes inferiores às classes sociais superiores seja e permaneça impossível para o alcance das classes inferiores" (ver ‘Armas silenciosas para guerras tranquilas’).


8. Estimular o público a ser complacente na mediocridade

Promover ao público a achar que é moda o fato de ser estúpido, vulgar e inculto…


9. Reforçar a revolta pela autoculpabilidade

Fazer o indivíduo acreditar que é somente ele o culpado pela sua própria desgraça, por causa da insuficiência de sua inteligência, de suas capacidades, ou de seus esforços. Assim, ao invés de rebelar-se contra o sistema econômico, o individuo se auto-desvalida e culpa-se, o que gera um estado depressivo do qual um dos seus efeitos é a inibição da sua ação. E, sem ação, não há revolução!


10. Conhecer melhor os indivíduos do que eles mesmos se conhecem

No transcorrer dos últimos 50 anos, os avanços acelerados da ciência têm gerado crescente brecha entre os conhecimentos do público e aquelas possuídas e utilizadas pelas elites dominantes. Graças à biologia, à neurobiologia e à psicologia aplicada, o “sistema” tem desfrutado de um conhecimento avançado do ser humano, tanto de forma física como psicologicamente. O sistema tem conseguido conhecer melhor o indivíduo comum do que ele mesmo conhece a si mesmo. Isto significa que, na maioria dos casos, o sistema exerce um controle maior e um grande poder sobre os indivíduos do que os indivíduos a si mesmos.