O Jogo da Imitação

domingo, 28 de outubro de 2018

Alan Turing é um gênio matemático. Durante a Segunda Guerra Mundial tem a missão de decifrar os códigos que a Alemanha nazista emite com sua máquina Enigma. Turing brilhará por suas realizações, mas logo será ofuscado por uma sociedade opressiva.

Com Amor, Van Gogh

sexta-feira, 12 de outubro de 2018

Seguindo o estilo do adorado pintor holandês, esta animação biográfica narra os últimos dias angustiantes de Vicent van Gogh.

Hit Refresh

Hit Refresh is about individual change, the transformation happening inside Microsoft, and the arrival of the most exciting and disruptive wave of technology humankind has experienced – including artificial intelligence, mixed reality, and quantum computing. It examines how people, organizations, and societies can and must transform, how they must “hit refresh” in their persistent quest for new energy, new ideas, and continued relevance and renewal. Yet at its core, it’s about humans and how one of our essential qualities – empathy – will become ever more valuable in a world where technological advancement will alter the status quo as never before.

In addition to his thoughts on these stunning scientific leaps, Satya Nadella discusses his fascinating childhood before immigrating to the U.S. and how he learned to lead along the way. He then shares his meditations as sitting CEO – one who is mostly unknown following the brainy Bill Gates and energetic Steve Ballmer. He explains how the company rediscovered its soul – transforming everything from its culture to its business partnerships to the fiercely competitive landscape of the industry itself. Nadella concludes by introducing an equation to restore digital trust, ethical design principles, and economic growth for everyone.

“Ideas excite me,” Nadella explains. “Empathy grounds and centers me.” A series of recommendations presented as algorithms, Hit Refresh is as astute contemplation of what lies ahead from a conscientious, deliberative leader searching for improvement – for himself, for a storied company, and for society.

O outro lado da muleta: delivery, lado A

domingo, 9 de setembro de 2018

Este assunto (delivery) dividirei em 2 partes, sendo lado A (as experiências boas e engraçadas) e lado B (problemas que encontrei, os quais escreverei em outro momento).

Nos primeiros dias após o procedimento médico eu estava proibido de andar distâncias muito grandes e orientado pelo médico a evitar ao máximo sair de casa para não me expor a situações que pudessem gerar problemas. Essa era a orientação do médico, a minha orientação era não sair de casa simplesmente porque eu não conseguia! Fiz um teste certo dia e não consegui andar mais que meia quadra (muletas, robofoot e pulando em uma perna só), não estava fisicamente preparado para isso e a idade e peso também já não me ajudavam!

Dado esse cenário, a alternativa que achei para me manter vivo foi usar aplicativos e sites de delivery. Testei praticamente todos os disponíveis no momento, com as mais diversas propostas: mercado, farmácia, comida, etc.

Achar um serviço que ofereça um custo benefício que atenda suas expectativas não é fácil, ou são caros demais, ou demoram demais, etc.

Testei vários aplicativos de delivery de comida e também vários restaurantes disponíveis via aplicativo, até que encontrei um que me agradasse: comida boa, quantidade e variedade boa, entrega rápida, preço justo, enfim, um "Santo Restaurante"! Uma vez que esse restaurante me agradou e não estava mais afim de "tentativa e erro", passei a pedir sempre no "Santo Restaurante". Não conheço a logística de entrega dos restaurantes/motoboys, mas coincidiu de sempre o mesmo entregador vir me trazer a comida. Nas primeiras vezes a entrega foi normal, pega o produto, paga e vai cada um pro seu lado.

Conforme o tempo foi passando e o mesmo entregador trazendo minha comida, vendo minha situação (muleta e robofoot) ele começou a perguntar o que tinha acontecido, contei a história e ele aproveitou o momento para contar sua história também, a partir daí a cada dia que ele entregava a comida ele perguntava se eu estava melhorando, até chegar ao ponto de ficar conversando por vários minutos (provavelmente atrasando as demais entregas dele e esfriando meu almoço!).

Lição aprendida: é impressionante como o ser humano em determinadas situações se solidarizam com os outros, ele não tinha nenhum motivo para se interessar pela minha situação, nem mesmo compartilhar detalhes da vida dele sem eu ao menos ter perguntado. Conforme o tempo foi passando, eu fui melhorando e tirando aos poucos as muletas e o robofoot, a cada dia que ele me via um pouco melhor ele ficava feliz em ver a evolução, sempre com um jeito e palavras simples querendo ajudar de alguma forma, nem que fosse desejando melhoras. No dia a dia você percebe quem são as pessoas de bom coração e que dão o melhor de si, querem o bem do próximo e não desejam mal a ninguém. E que a vida retribua em dobro toda boa ação e intenção que as pessoas tiverem.

A Última Música

sábado, 4 de agosto de 2018



Filme aparentemente simples mas com uma mensagem forte sobre vida, família e relacionamentos, faz pensar um pouco sobre tudo!

Tinha colocado esse filme na lista pelo fato dele mostrar o aquário de Atlanta, lugar que visitei a um tempo atrás, gosto de filmes que mostram lugares por onde já passei, ajudam a relembrar momentos!

O filme conta a história de uma garota que tenta se reaproximar do seu pai e nesse meio tempo muita coisa acontece envolvendo amigos, família e relacionamento.

Outside In

domingo, 15 de julho de 2018

Após pagar por um crime que não cometeu, Chris cria uma relação complicada com a mulher que lutou para antecipar sua libertação.

Fonte: Netflix

The Fundamentals of Caring

Um escritor perdido na vida e um adolescente sem rumo certo só têm uma viagem em que tudo pode acontecer a sua frente.

Fonte: Netflix

O outro lado da muleta: o mercado e a fila preferencial

segunda-feira, 9 de julho de 2018

Nunca usei a fila preferencial nos mercados ou qualquer outro lugar, apesar de ser "preferencial" e não "exclusiva", mesmo vazia opto por não usar, não gosto de confusão e alguns segundos a mais na fila tradicional podem evitar horas de dor de cabeça.

Porém a minha condição naquela situação estava um pouco diferente do normal, um Robofoot e um par de muletas eram meus acessórios!

Cheguei no mercado com minha lista de 3 itens que era o que eu conseguia carregar (depois conto o motivo de ir ao mercado ao invés de delivery), obviamente a cestinha eu não conseguiria carregar, então optei por um carrinho de compras, o qual eu empurrava com o Robofoot enquanto me locomovia com as muletas!

Como já conhecia o mercado fui direto para os corredores onde estavam os produtos que eu queria, mas não sem esbarrar em 3 mil pessoas com o carrinho, com a muleta ou com tudo junto! Mesmo indo às 7hr da manhã não tive como evitar não encontrar ninguém!

Peguei os produtos e me direcionei para o caixa, olhei para o caixa preferencial e tinha aquela placa azul com um desenho de uma gestante, criança no colo, um idoso e... uma pessoa com muleta! Gestante eu não sou, criança no colo eu não tinha, idoso eu estou quase lá mas ainda não é a hora mas a muleta eu tinha! Entrei na fila atrás de uma senhora que devia ter entre 70 e 80 anos, já enfraquecida, dificuldade de se locomover, de óculos e com aparelho auditivo. A senhora já estava prestes a tirar os produtos do carrinho para colocar no caixa quando me viu, sem titubear pediu que eu passasse na frente dela, neguei no primeiro momento mas logo em seguida levei uma bronca dela que me obrigou a passar na frente! Peguei meus 3 itens, passei no caixa, agradeci a gentileza e segui em frente.

Lição aprendida: às vezes a vida em determinadas situações inverte a ordem natural das coisas e faz com que você seja ajudado por quem na verdade você deveria ajudar. Eu sabia que não estava fazendo nada de errado usando a fila preferencial, mas nunca iria imaginar que alguém talvez até em uma situação pior que a minha fosse ter uma atitude dessa. Não sei o quão importante foi esse gesto para aquela senhora, mas sei que pra mim foram 5 segundos de lição de vida, algo para absorver e passar adiante, gesto simples mas que vou levar para sempre. Não sei quem ela era e provavelmente nunca mais irei ver, mas levo esse seu ensinamento para o resto da minha vida.

O outro lado da muleta: o começo

sábado, 7 de julho de 2018

Por algum motivo que talvez algum dia eu entenda (ou não!), tive que passar por um procedimento médico que me deixou por alguns meses fora da rotina, pé imobilizado e um par de muletas que me acompanhava dia a dia.

Essa e as próximas histórias não são nem serão um registro de lamentação, mas sim pequenas passagens de experiências que eu nunca imaginei vivenciar e tampouco imaginava que ainda existiam, situações engraçadas, inesperadas, comoventes, um pouco de tudo que com certeza servirão de lição para uma vida toda.

Como diria o poeta, a vida é uma caixinha de surpresas!

Um Instante de Amor

domingo, 10 de junho de 2018

Na década de 1940, uma mulher considerada velha demais para permanecer solteira se vê obrigada a se casar com um frequentador de prostíbulos. Infeliz e com dificuldade para engravidar, ela busca tratamento em uma clínica e se apaixona por um militar.